Hoje, como todos os dias, vinha do trabalho ao som da música… a música de sempre… músicas daqui e dali… e como sempre vinha a pensar em ti… toca André Sardet… e não consegui conter as lágrimas… aquelas que andam “retidas” há algum tempo… pensei no quanto me fazes falta… pensei no quanto o teu sorriso ou o teu abraço me reconfortam… pensei no quanto és importante para mim… para nós… senti falta do meu “ombro”… senti falta do meu porto de abrigo… do meu maior “pilar”… é impressionante o quanto conseguimos dar valor a alguém que temos sempre perto, mas só vemos a sua importância quando está longe… não devia ser assim, né…
Ainda lembrei quando nos conhecemos… nas voltas que tive que dizer em casa, só para me encontrar contigo… na primeira vez que te vi… e que o meu coração quase saiu do peito… do nosso primeiro beijo meio atrapalhado… mas nada na nossa vida é muito “normal” né… se fosse não seria a nossa… lembras-te da primeira vez que cozinhei para ti??? aquela em que fiz caldo verde sem puré, e tu disseste que era a melhor sopa que alguma vez tinhas comido… já nessa altura achava que tinhas futuro num cargo politico, porque mentias/mentes tão bem, que todos acreditamos… ainda hoje a piada se mantém… pode ninguém entender… mas entendemos nós, que é o que chega…
Sei que não é fácil para nenhum dos dois… mas… sinto tanto a tua falta… tanto… tanto… volta depressa…
Amo muito a ti… tá??? mais que ontem e muito menos que amanhã…





